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Mobilidade Global

Mobilidade Global: o lado humano da entrada num mercado.

Colocar legalmente uma pessoa noutro país são quatro problemas, não um: o visto, o empregador, as condições e o processamento salarial. Quando estão repartidos por vários fornecedores, as falhas ficam para o cliente. Asseguramos os quatro a partir dos nossos próprios escritórios no mercado.

Serviços

Quatro, um só interlocutor

Mercados com equipa própria

Angola · Moçambique · África do Sul · Índia

Entidade necessária

Não — ou a sua, se já a tiver

Também cobertos

Portugal · Espanha · Brasil · China

Os quatro

Quatro serviços que só funcionam em conjunto

Cada um está disponível separadamente. O valor está em mantê-los juntos: a via de autorização determina a data de início, as condições de emprego determinam a autorização, e um processamento salarial externo que nunca viu o contrato reproduzirá tudo o que o contrato tiver errado. Gerimos os quatro como um único processo.

01

Autorizações de trabalho e vistos

Autorizações de trabalho, autorizações de residência e a legalização que lhes está subjacente — para o pessoal expatriado que entra no mercado e para as contratações locais cuja documentação tem de estar em ordem antes do primeiro dia.

  • Vias de autorização de trabalho e de residência avaliadas por função e nacionalidade
  • Legalização de documentos, apostila e tradução certificada
  • Renovações, dependentes e formalidades de saída
  • Obrigações que a autorização cria do lado do empregador

02

Employer of Record

Tornamo-nos o empregador legal no mercado. Os seus colaboradores trabalham ao abrigo da lei local e sob a sua direcção, sem uma sociedade própria — ou em paralelo com uma que já possua.

  • Contratos de trabalho conformes, no instrumento e na língua locais
  • Registos obrigatórios junto das autoridades fiscais e da segurança social
  • Conformidade laboral, cessações de contrato e a exposição que lhes está associada
  • Um percurso para transferir mais tarde os colaboradores para a sua própria sociedade

03

Consultoria de recursos humanos

As decisões que antecedem o contrato e lhe sobrevivem: quanto deve pagar a função, como deve ser estruturada e o que a prática local realmente espera de um empregador.

  • Estruturação de funções, classificação e comparação com a prática local
  • Políticas laborais e manuais do colaborador que resistem ao escrutínio local
  • Apoio ao recrutamento e avaliação de candidatos no mercado
  • Reestruturação, processo disciplinar e gestão de saídas

04

Processamento salarial global

Um único ciclo de processamento salarial em vários países, cada um executado segundo as suas próprias regras, e reportado numa visão única em vez de quatro conjuntos de ficheiros em quatro formatos.

  • Cálculo mensal do bruto ao líquido em cada jurisdição
  • Declarações obrigatórias, contribuições e obrigações de fim de exercício
  • Uma factura consolidada e um único dossiê de reporte
  • Regimes de expatriação, subsídios e casos transfronteiriços

Por onde começar

Parta do problema, não do nome do produto

Qual dos quatro precisa

Não tem entidade no mercado e precisa de pessoas a trabalhar já

Employer of RecordNós empregamo-los; a sua empresa dirige o trabalho.

Vai trazer pessoal do estrangeiro

Autorizações de trabalho e vistosA via da autorização determina a data de início, por isso vem primeiro.

Tem entidade e pessoal, mas o processamento salarial é um incêndio mensal

Processamento salarial globalAssumimos o ciclo e as declarações.

Não sabe quanto a função deve pagar nem como estruturá-la

Consultoria de recursos humanosComparar e estruturar antes de se comprometer com um contrato.

Normalmente dois A maioria dos projectos combina uma via de autorização com um empregador, ou um empregador com processamento salarial. O mercado vende-os separadamente e falham nas junções.

Por mercado

Employer of Record, jurisdição a jurisdição

A questão do empregador é a que mais varia entre países — a conservatória, os registos obrigatórios e o instrumento laboral são diferentes em todo o lado. Estas páginas explicam como cada um funciona na prática.

A Índia é servida a partir do nosso escritório de Noida para Employer of Record e vistos; Portugal, Espanha, Brasil e China a partir das delegações de Lisboa, do Brasil e de Pequim.

Porque fica connosco

As pessoas são um elo. Nós gerimos a cadeia à sua volta.

Uma equipa raramente é toda a necessidade. Chega normalmente acompanhada de uma sociedade a constituir, mercadorias a adquirir ou carga a desalfandegar — e, aqui, tudo isso é o mesmo processo.

Pessoas nossas no mercado

Não somos uma plataforma que revende um parceiro local. Quando uma autorização tem de ser levantada a um balcão, é alguém da Horizon que lá vai.

Sociedade e pessoas em conjunto

Comece ao abrigo do nosso Employer of Record enquanto a sua sociedade é constituída em paralelo e transfira depois os colaboradores. Um só interlocutor para as duas metades da operação.

Uma factura, vários países

Processamento salarial, autorizações e vínculos laborais em Angola, Moçambique, África do Sul e Índia consolidam-se num único dossiê de reporte.

Perguntas frequentes

O que os clientes perguntam sobre mobilidade

A Mobilidade Global é simplesmente o Employer of Record com outro nome?

Não. O Employer of Record é uma das quatro vertentes. Responde à questão de quem é o empregador legal. Não responde se a pessoa pode legalmente entrar e trabalhar, quanto deve pagar a função ou quem processa os salários em cinco países. A maioria dos projectos exige pelo menos duas das quatro, razão pela qual são tratadas num único processo.

Podem tratar do visto sem serem o empregador?

Sim, quando o destino admite uma autorização patrocinada pela sua própria sociedade. Quando não admite, ou quando não tem sociedade, as duas questões estão ligadas — e dizemo-lo antes de planear em função disso.

Já temos sociedades constituídas. Ainda assim acrescentam algo?

Normalmente, processamento salarial e recursos humanos. Processar salários em quatro países através de quatro prestadores locais significa quatro formatos, quatro calendários e nenhuma visão consolidada. Assumir o ciclo de forma centralizada é, muitas vezes, a primeira coisa que os clientes nos pedem.

Em que mercados fazem isto com pessoas vossas?

Angola, Moçambique, África do Sul e Índia. Portugal, Espanha, Brasil e China são cobertos a partir das nossas delegações de Lisboa, do Brasil e de Pequim. Em qualquer outro lugar, dizemos-lhe que se trata de um acordo com um parceiro, em vez de o apresentarmos como equipa própria.

Quanto tempo demora uma autorização de trabalho?

Depende do país, da nacionalidade, da função e do estado da fila de espera na autoridade competente nesse momento — e os quatro variam. Confirmamos a situação em vigor para o seu caso concreto antes de se comprometer com uma data de início, em vez de publicar um número que já estaria errado quando o lesse.

A equipa pode ser transferida mais tarde para a nossa própria sociedade?

Sim, e é uma sequência comum: os colaboradores começam ao abrigo do nosso Employer of Record enquanto a sociedade é constituída em paralelo, e são depois transferidos com preservação da antiguidade. Tratamos das duas pontas porque fazemos ambas as coisas.

Diga-nos quem tem de estar a trabalhar, e onde.

Uma pessoa ou quarenta, locais ou expatriadas, com sociedade ou sem ela. Respondemos com o percurso, a sequência e aquilo de que depende — antes de qualquer compromisso.